
Evangelho (Marcos 12,13-17)
São Carlos Lwanga e Comps. Mts
São Carlos Lwanga e Comps. Mts
Naquele tempo, as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. Quando chegaram, disseram a Jesus: "Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?"Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: "Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja". Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: "De quem é a figura e inscrição que estão nessa moeda?" Eles responderam: "De César". Então Jesus disse: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus". E eles ficaram admirados com Jesus.
Palavra da Salvação. Glória a Vós, Senhor
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A reposta de Jesus é um convite que os seus interlocutores abandonem os seus horizontes limitados para enfrentar o problema decisivo que era o de Deus.
Havendo falhado em denegrir a pessoa e autoridade de Jesus, os líderes religiosos armaram-Lhe a “cilada perfeita”: a questão do tributo a César. Se Jesus apoiasse o tributo imperial, Se exporia ao ódio dos extorquidos judeus; se não apoiasse, seria denunciado aos romanos como revolucionário e agitador do povo judeu.
Magistralmente, Jesus calou os líderes judaicos com as célebres palavras: Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Com isto, Jesus estabeleceu a importante questão de que o cristão é cidadão de dois mundos: o terrestre, com todas as obrigações a ele inerentes, e ao mundo celeste com todas as implicações que isto acarreta.
O cristão não pode viver alienado no mundo, pois é sal e luz, vivendo para fazer uma diferença saudável na comunidade; mas sem se esquecer de sua cidadania celestial, atuando como embaixador de Deus, na linguagem de São Paulo, para com os que estão à sua volta, a começar pelo marido, esposa, filhos, parentes e amigos.
Havendo falhado em denegrir a pessoa e autoridade de Jesus, os líderes religiosos armaram-Lhe a “cilada perfeita”: a questão do tributo a César. Se Jesus apoiasse o tributo imperial, Se exporia ao ódio dos extorquidos judeus; se não apoiasse, seria denunciado aos romanos como revolucionário e agitador do povo judeu.
Magistralmente, Jesus calou os líderes judaicos com as célebres palavras: Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Com isto, Jesus estabeleceu a importante questão de que o cristão é cidadão de dois mundos: o terrestre, com todas as obrigações a ele inerentes, e ao mundo celeste com todas as implicações que isto acarreta.
O cristão não pode viver alienado no mundo, pois é sal e luz, vivendo para fazer uma diferença saudável na comunidade; mas sem se esquecer de sua cidadania celestial, atuando como embaixador de Deus, na linguagem de São Paulo, para com os que estão à sua volta, a começar pelo marido, esposa, filhos, parentes e amigos.
Que Deus nos ensine a subordinar todas as nossas vontades ao seu querer e vontade. Alías dirá o salmista: tudo é de Deus e nós somos de Deus.
Comunidade Beatitudes do Coração de Jesus
Colaborador - Rubem Junior
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